TOCANTINS – O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estado do Tocantins (GAECO), com apoio da Polícia Civil, deflagrou na manhã desta terça-feira, 23 de janeiro, uma operação visando o cumprimento simultâneo em vários escritórios de advocacia mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal.
A ordem judicial é contra 14 advogado no Tocantins, entre eles envolveu escritórios localizados em um endereço de dois advogados em Augustinópolis, outro de Buriti e outras cidades do Tocantins.
Conforme o despacho deferido pela juíza Nely Alves da Cruz, da comarca de Araguatins, no procedimento investigatório criminal do Ministério Público há “inúmeras constatações de fraudes nas contratações de empréstimos consignados, em face de dezenas de ações judiciais propostas em desfavor de diversas instituições financeiras, mediante a exploração da vulnerabilidade de aposentados, idosos, analfabetos e indígenas”.
Na operação, agentes do Gaeco buscam colher provas e elementos para subsidiar a investigação em andamento para apuração de possíveis crimes de furto qualificado, estelionato qualificado, falsificação de documentos, falsidade ideológica, uso de documentos falso, fraude processual, entre outros, todos cometido por organização criminosa.

Na operação, denominada Praeda, participam 60 policiais, 12 delegados, 4 agentes do Gaeco, 7 promotores de Justiça, Oficial do Ministério Público e um Agente Técnico.
(Redação Voz do Bico)












