Após decreto estadual, instituições e movimentos sociais cobram medidas para o combate à pandemia

sexta-feira, 17 de abril de 2020 às 14:59
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Governo flexibilizou o comércio por Tocantins ser o estado brasileiro com menor número de casos. Foto: Reprodução.

TOCANTINS – Diante da promulgação do decreto estadual n° 6.083/2020, que flexibiliza a reabertura do comércio e diminui o isolamento social no Tocantins, diversas instituições e movimentos sociais em defesa dos direitos humanos enviaram ofícios ao Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil e Defensoria Pública Estadual solicitando medidas de combate ao coronavírus e indicando a vulnerabilidade do estado e de populações minoritárias como quilombolas e indígenas.

Além dos idosos e pessoas com doenças crônicas, o Tocantins possui cerca de 5.000 indígenas, que têm maior risco de saúde em casos de contágio pelo coronavírus.

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O ofício encaminhado tem como principais apontamentos:

– Revogação do decreto n°6083/2020;

– Distância da maioria da população aos leitos de UTI;

– Informações sobre quantidade de respiradores, número de leitos nos hospitais e testes de coronavírus no Tocantins;

– Situação de vulnerabilidade das populações indígenas e quilombolas;

– Previsão das autoridades competentes para o pico da doença no Tocantins, com a indicação da estimativa do número de pessoas que serão contagiadas nessa fase;

Confira o conteúdo completo do ofício protocolado.

(Voz do Bico)

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