
Alan Milhomem / Voz do Bico
AUGUSTINÓPOLIS – Com recebimento de reclamações diariamente referentes a problemas de atendimento no Hospital Regional de Augustinópolis, o Ministério Público Estadual (MPE) já ingressou com 11 ações que visam garantir a regularidade do funcionamento da unidade de saúde e inibir práticas criminosas, além de garantir o direito dos cidadãos ao acesso a saúde de qualidade.
Dentre as ações, há duas em que pedem a prisão e perda do cargo público de três profissionais que cobraram propina de pacientes para realizar cirurgias. Há ações também pelos crimes de prevaricação na administração no hospital, omissão de socorro e enriquecimento ilícito. Para garantir o bom funcionamento do hospital e o direito do cidadão ao acesso aos serviços de saúde, o MPE também ingressou com ações pedindo a conclusão da reforma e ampliação do hospital, a anulação da transferência de médicos urologistas e apuração de suposta acumulação de cargos públicos por 34 médicos.
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“O Ministério Público tem desempenhado seu papel de fiscalizar e coibir as irregularidades no Hospital Regional de Augustinópolis. Todos os dias recebemos denúncias, seja para garantir o direito ao cidadão de ser atendido ou de funcionários informando irregularidades. Eu tenho cinco funcionários efetivos aqui e um já vem atuando há meses só com denúncias do hospital”, destacou o promotor de Justiça da Comarca de Augustinópolis, Paulo Sérgio Ferreira.
Em entrevista ao Portal Voz do Bico, o promotor destacou as principais ações do MPE referentes ao Hospital Regional de Augustinópolis e algumas questões, como o uso político da unidade de saúde, as constantes trocas de diretores e as denúncias recebidas.
Veja a entrevista com o promotor Paulo Sérgio:












