Kátia Abreu fala sobre chegada do programa “Tocantins – Catarata Zero” ao Bico do Papagaio

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020 às 16:21
Tocantinópolis foi escolhida na região do Bico porque dispõe de melhor estrutura para receber os recursos destinados. – Fotos: Ademir dos Anjos

AUGUSTINÓPOLIS – A senadora Kátia Abreu, idealizadora do Tocantins – Catarata Zero, comentou sobre a inauguração do programa em Tocantinópolis, que aconteceu ontem, 6.

A previsão para essa primeira etapa do programa é de 6.000 cirurgias em todo o Estado até o final de março, das quais 1.400 serão no Bico do Papagaio. Com isso, devem ser resolvidos 40% dos casos de catarata na região. O plano, segundo a senadora, é continuar investindo no programa até acabar com os casos de catarata no Tocantins. “Nós queremos ser exemplo para o Brasil”, disse ela.

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Devido à lotação dos hospitais do Estado, o Tocantins – Catarata Zero é realizado junto às prefeituras, como explica Kátia Abreu: “Eu estou investindo nos hospitais municipais porque têm menos fila, aí opera com mais facilidade”.

O programa foi implantado em cinco prefeituras e vai atender pessoas de todos os 139 municípios do Tocantins. Tocantinópolis foi escolhida na região do Bico porque dispõe de melhor estrutura para receber os recursos destinados.

Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Augustinópolis

Kátia Abreu ainda esclareceu sobre a situação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Augustinópolis. Segundo ela, o motivo pelo qual a unidade ainda não está funcionando é que os recursos, já conseguidos, não podem ser repassados para a obra.

O Ministério da Saúde tem um teto estabelecido e ele seria ultrapassado pelo dinheiro necessário para a UPA funcionar. A parlamentar disse que o dinheiro está reservado e que ela vai tentar mudar essa regra junto ao Ministério da Saúde: “Para funcionar a UPA, nós vamos precisar de R$2.200.000,00 (…) Eu vou lá lutar, brigar para subir o teto”, afirmou. A mesma situação de limite do teto ocorre em Araguatins.

Corona vírus

Kátia Abreu comentou também sobre o surto de corona vírus na China. Como ex-ministra da Agricultura, ela explicou os reflexos que um problema como esse pode representar para a economia tanto da China quanto de outros países, inclusive do Brasil.

Além de prejudicar a vida das pessoas atingidas pela doença, o corona vírus pode influenciar em questões econômicas. O PIB da China deve sofrer diminuição, o que fará com que o país importe menos produtos, reduzindo a venda dos países exportadores.

“Como a China é um país muito grande e muito importante na economia do mundo, compra de muitos países, o fato dessa doença poderá reduzir a economia chinesa”, explicou.

(Redação Voz do Bico)

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