
TOCANTINS – Diante da promulgação do decreto estadual n° 6.083/2020, que flexibiliza a reabertura do comércio e diminui o isolamento social no Tocantins, diversas instituições e movimentos sociais em defesa dos direitos humanos enviaram ofícios ao Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil e Defensoria Pública Estadual solicitando medidas de combate ao coronavírus e indicando a vulnerabilidade do estado e de populações minoritárias como quilombolas e indígenas.
Além dos idosos e pessoas com doenças crônicas, o Tocantins possui cerca de 5.000 indígenas, que têm maior risco de saúde em casos de contágio pelo coronavírus.
O ofício encaminhado tem como principais apontamentos:
– Revogação do decreto n°6083/2020;
– Distância da maioria da população aos leitos de UTI;
– Informações sobre quantidade de respiradores, número de leitos nos hospitais e testes de coronavírus no Tocantins;
– Situação de vulnerabilidade das populações indígenas e quilombolas;
– Previsão das autoridades competentes para o pico da doença no Tocantins, com a indicação da estimativa do número de pessoas que serão contagiadas nessa fase;
Confira o conteúdo completo do ofício protocolado.
(Voz do Bico)












