Consumidor deve ficar atento com qualidade da água oferecida em estabelecimentos

quinta-feira, 3 de maio de 2018 às 15:10
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Divulgação

TOCANTINS – O fornecimento e o consumo de água tratada são elementos essenciais na prevenção de diversas doenças e na garantia da manutenção da saúde pública. Entretanto, cresce o número de grandes estabelecimentos que optam por não utilizar água da rede pública de abastecimento, que tem qualidade monitorada, por fontes alternativas sem a devida autorização e sem garantias de condições sanitárias adequadas.

O risco à saúde pública é eminente, já que se em sua residência o morador, ao receber a água tratada, sabe de sua procedência e pode armazená-la de forma segura para o consumo, em diversos imóveis comerciais o mesmo não ocorre. Tudo se agrava quando existe a obrigação de fornecimento de água tratada, gratuita, aos clientes de estabelecimentos alimentícios.

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A iniciativa, que traz um inegável benefício ao consumidor, pode, caso não sejam seguidas as determinações da Portaria 2.914 do Ministério da Saúde, bem como se não houver a fiscalização eficaz dos estabelecimentos comerciais, trazer prejuízos à saúde.

Para Cláudio Flatin, coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal da Saúde de Palmas, “a água não tratada pode trazer em sua composição seres nocivos à saúde humana como vírus, bactérias e protozoários. A falta de um tratamento adequado para eliminar esses agentes infecciosos aumenta o risco para a população contrair doenças”, afirma.

O engenheiro ambiental, Rodrigo Lacerda, também pontua que a ligação de uma unidade consumidora à rede pública de abastecimento é obrigatória e prevista em lei. “A Lei 11.445, que traz as diretrizes do saneamento básico, determina que toda edificação urbana deverá ser conectada às redes públicas de água e esgoto havendo sua disponibilidade. É importante que as pessoas percebam que estes serviços representam um importante avanço nas questões de saúde pública”, destaca.

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