2018: Um novo Tocantins é possível

sábado, 30 de dezembro de 2017 às 10:58
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*Por Marcos Milhomens

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2017 está chegando ao final e todas as perspectivas e convicções se voltam para 2018. O que é absolutamente natural, é verdade.

Mas será um ano de mudanças profundas, politicamente falando.

As estruturas de poder (famílias) que em quase três décadas se alternam no Comando do Estado, estão prestes a ter um revés histórico.

2018 será o ano que ficará marcado no Tocantins pelo fim de um ciclo familiar/oligarca.

Estes resquícios de capitanias hereditárias que ainda insistem em se perpetuar no poder com formato ultrapassado, retrógrado, de se fazer política. A Velha Política.

O Tocantins vai virar esta página.

O nosso estado vizinho, Maranhão, já começou a fazer isto em 2014, na eleição do Governador Flávio Dino. Lá a oligarquia tinha mais de meio século.

Aqui não vamos esperar tanto tempo.

Temos a convicção de uma mudança real e a quebra de um paradigma histórico.

2018, não tenho dúvidas, será o ano em que vamos sacudir a poeira e dar a volta por cima.

Há um sentimento forte e profundo que aspira por esta mudança e ela vai acontecer.

Se de fato a esperança é a última que morre, ainda temos uma chance.

Que 2018 seja um ano de muitas lutas, mas sobretudo muitas conquistas!

Que possamos, definitivamente, mudar os rumos do Tocantins e construir um estado para todos. Um estado no qual tremulará a bandeira do progresso.

Feliz 2018!

Marcos Milhomens, Comentarista Político

Por fim, deixo uma reflexão para pensarmos qual modelo de sociedade queremos e deixaremos  para as futuras gerações:

“A única coisa que está de fato globalizada é o padrão de consumo. É por aí que nós temos que refletir. Precisamos fazer um esforço de reespiritualização da humanidade- veja, eu não estou falando de religião – estou falando de intelectuais e artistas para se construir essa nova espiritualidade. Para que a gente entenda (sem negativismos, sem reacionarismos) que ser feliz só é possível pela busca de valores imateriais, seja pelo amor, inclusive o amor romântico, seja pela insurgência revolucionária”

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