Morador de Sítio Novo busca apoio do Estado há 4 anos para reverter erro médico  

quarta-feira, 20 de setembro de 2017 às 17:53
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Erisvaldo de Sousa

O lavrador Erisvaldo de Sousa, 30 anos, morador de Sítio Novo, sofreu um acidente em março de 2013 e precisou passar por uma cirurgia no braço direito, fraturado no acidente e que deixou graves sequelas. Devido erro médico ocorrido durante o procedimento operatório Erisvaldo agora pode acabar perdendo parte do braço.

O acidente, que aconteceu na TO-201, entre Sítio Novo e Axixá, mudou para sempre a vida de lavrador, que até hoje, além de sofrer fisicamente com os danos da cirurgia mal realizada, ainda não consegue auxílio do poder público para fazer novo procedimento e não consegue trabalhar. “Através da Defensoria Pública entrei na Justiça contra o Estado para consegui outra cirurgia há cerca de 3 anos e nunca resolveram nada”, reclama Erisvaldo de Sousa.

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Segundo o lavrador o erro cometido pelo cirurgião do Hospital Regional de Augustinópolis, foi percebido na época, mas mesmo assim não foi corrigido. O Hospital teria alegado não possuir materiais, segundo Erisvaldo. “No retorno de 3 meses para retirada da platina foi constatado, através de raio X que o osso do meu braço estava da mesma forma que no dia do acidente. A platina que o médico colocou deixou as duas pontas do osso muito longe o que ocasionou uma infecção hospitalar. Assim me deram alta após 12 dias internado sem ter feito nova cirurgia, pois hospital alegou não ter materiais”.

Após quase quatro anos em busca de uma nova cirurgia, Erisvaldo ainda espera pela boa vontade e ação da justiça em ajudá-lo. “Meu braço continua com o osso quebrado e solto e a cada dia que se passa aumenta a possibilidade de perde-lo. Estou no meu limite em busca de recurso para resolver este problema”, lamenta o lavrado.

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