Sistema Penitenciário Prisional vai instalar sete scanners corporais nas cadeias do Tocantins

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019 às 12:17
Foto: Jesana de Jesus/G1

PALMAS – A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio do Sistema Penitenciário Prisional do Tocantins (Sispen), está adquirindo scanners corporais para reforçar a segurança dos estabelecimentos penais do Tocantins. A aquisição dos equipamentos faz parte do projeto de modernização do Sispen e prevê a instalação em sete unidades prisionais.

O scanner corporal vai proporcionar um controle maior sobre a entrada e saída de pessoas e objetos nas unidades prisionais, pois permite uma visualização aprimorada e menos invasiva sobre o porte de objetos proibidos aos visitantes, como armas, explosivos, drogas e aparelhos celulares. De acordo com o secretário da Seciju, Heber Fidelis, esse será um ganho para o Sistema Prisional do Tocantins, que estava posicionado como o único do país que não utilizava a tecnologia.

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Ainda segundo o secretário, o equipamento de rastreio é considerado como boa prática pela Justiça brasileira. “Não realizamos revistas vexatórias no Tocantins desde 2013, pois são proibidas. Então, os scanners corporais representam um reforço indispensável na contenção da entrada de ilícitos nos ambientes carcerários e possibilitam humanizar ainda mais a visita dos parentes às pessoas privadas de liberdade”, esclareceu Fidelis.

O dispositivo faz uma varredura completa dos visitantes, identificando objetos que estejam sob as vestes ou no interior do corpo. Desta forma, qualquer objeto é identificado pelo aparelho e torna-se quase impossível burlá-lo.

A primeira unidade a receber o equipamento será a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). Os scanners corporais também serão instalados na Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota (UTPBG), em Araguaína; na Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA); na Casa de Prisão Provisória de Gurupi; na Casa de Prisão Provisória de Paraíso; no Centro de Reeducação Social Luz do Amanhã (CRSLA), em Cariri; e na Unidade de Tratamento Penal de Cariri (UTPC), após conclusão da obra. (Divulgação / Assessoria)

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