Hospital Regional de Augustinópolis alinha funcionamento da casa de apoio ao acompanhante

sábado, 18 de maio de 2024 às 09:27
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A Casa será um suportepara os familiares de pacientes internados no HRAUG. – Foto: Divulgação/ SES-TO

AUGUSTINÓPOLIS – Para ofertar um maior conforto aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) tocantinense que residem na região do Bico do Papagaio, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) realizou na sexta-feira, 17, uma reunião de alinhamento para o funcionamento da Casa de Apoio de Acompanhante Hospitalar do Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG).

O trabalho conta com o apoio do Rotary Club de Augustinópolis e tem como propósito acolher os familiares de pacientes internados que residem em outros municípios e Estados, como Pará e Maranhão. “Essa iniciativa representará uma contribuição significativa para os serviços assistenciais do HRAUG. A casa de apoio oferecerá um ambiente acolhedor e humanizado para os acompanhantes de pacientes da região do Bico do Papagaio, que não têm onde se hospedar durante a internação de seus familiares. Posso afirmar que essa casa é um sonho realizado para nossa região”, relatou a diretora-geral do HRAUG, Vilma Jovino de Almeida.

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Para a presidente do Rotary Club de Augustinópolis, Vângela Queiroz Melo, “foi muito importante termos essa reunião, porque conseguimos ajustar algumas coisas que são pertinentes para entendermos a demanda a ser solicitada. E essa parceria é valiosa, porque iremos acolher o público da região vizinha que vem do hospital, além de outros estados, não fazendo distinção de ninguém. Todos serão bem acolhidos”, disse.

“A Casa de Apoio de Acompanhante Hospitalar do HRAUG é de grande importância, para acolher os acompanhantes que vêm das cidades vizinhas e não tem onde ficar. É um aconchego para os acompanhantes nesse momento difícil. E para o Núcleo Interno de Regulação (NIR), será um apoio para os pacientes de alta que ficam aguardando os municípios vir buscar, ou seja, esses casos ficam às vezes até o dia todo e por conta disso, ficamos com o leito bloqueado, impedindo de internar outro paciente, pois não temos onde locar”, relatou a enfermeira supervisora do NIR do HRAUG, Francimara Sousa Silva de Carvalho.

(SECOM-TO)

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