*Por: Angelo Cavalcante
Israel é uma excrescência, um erro, uma lástima e que jamais – JAMAIS – poderia ter existido; nunca poderia ter se convertido, se tornado um Estado Nacional.
Estado artificial, invento ligeiro, apressado e criminoso, arranjo de oligarcas, uma convenção macabra e a maior e mais destacada violação do direito internacional e não por menos, objeto direto e imediato do mais letal e pérfido pensamento colonial e eurocêntrico; por sinal, a base, o fundamento e o esteio de insanidades clássicas como o fascismo italiano, o nazismo alemão e formas outras de supremacismo.
Israel é um crime, uma ilegalidade sob qualquer aspecto e que se queira analisar e avaliar.
Nem é um país…
É a maior fortaleza, fortificação, o maior arranjo militar do planeta e que combina fascismo puro e assumido com um rabinato boçal e parasitário e uma densa névoa ideológica assentada num tipo único de religiosidade brutal, ancestral e primitiva.
É impressionante!
Seus ideólogos e condutores insistem por querer convencer o mundo de que há um lastro, um pano de fundo religioso, um fio condutor invisível e sagrado a integrar pela fé, pela tradição e pelo passado comum, os interesses nacionais do povo judeu. E justamente essa base comum e nesses termos, deu forma territorial e institucional para Israel.
Não há porque jamais houve isso… Só o militarismo mais cruel, cruento e sanguinário explica a assunção bárbara e criminosa do Estado de Israel.
Em seguida, bem sabemos, se servem de discursos religiosos escroques e absurdos para a criação e a alimentação de uma suposta aura profética e que vaticinou seu porvir.
MENTIRA! Imensa, deslavada e perigosa MENTIRA!
Isso é Israel… Resultado da decadência escancarada das ruínas do pós-Guerra; é uma mácula, um tumor purulento para as relações internacionais e desafio nevrálgico para qualquer projeto de pacificação regional ou global.
Nesse preciso momento, Israel é o elemento de maior risco, instabilidade e desagregação planetária; aliás, a última vez que um país se ergueu para o confronto bélico e direto com tantos e quantos países foi, não por menos, a Alemanha nazista.
Ora, Israel tem nesse preciso instante, confrontos abertos e bárbaros com seis países, sem contar com a vergonha, o constrangimento épico e colossal da Palestina. Segue em notável e aterradora beligerancia com o Irã, Líbano, Iêmen, uma Siria já submetida e arrasada, a Jordânia, parcelas da Arabia Saudita, além de rusgas insuperáveis com o Egito.
É uma hecatombe em pleno e caótico movimento e enceguerada por refundar a geopolítica de todo o mundo árabe, o que, por óbvio, irá redundar em grave mudança da própria configuração política mundial.
Estamos na beira de uma Terceira Guerra Mundial e Israel é o centro, o eixo e o mobile da própria destruição planetária.
Já vivemos em um rasgado cenário de guerra e suas tensões e nesse instante, os grandes líderes e estadistas mundiais devem assumir seu lugar na história e conduzir esse processo antes que as chamas continentais de morte assim o façam sob a égide e a batuta de criminosos sionistas.
*Angelo Cavalcante – Economista, professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Itumbiara.
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